PESSIMISMO CRÔNICO

Para perceber que o Brasil, e o mundo, estão mudando rapidamente – e, o que é pior, para melhor – basta ler corretamente ( isto é, seletivamente, com espírito crítico ) os jornais, embora muitos dos atuais articulistas que neles escrevem ainda sejam “catastrofistas” ( como dizia o presidente Fernando Henrique) talvez porque achem emocionante ficar estimulando, no seu público, uma certa histeria coletiva.

O mais grave efeito colateral do pessimismo crônico é que ele cega e ensurdece e acaba tirando o prazer de as pessoas presenciarem um grande espetáculo de transformação positiva que está resultando da globalização monetária, que pode, pela primeira vez na história, acabar com a pobreza.


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