MAIS DO QUE UMA QUESTÃO DE ESTRESSE

O governador do Estado do Rio de Janeiro, numa entrevista ao GLOBO, comemorativa do primeiro ano de seu governo, considerou um mero “estresse” as críticas que recebeu dos órgãos nacionais e internacionais que lidam com os Direitos Humanos por conta da sua política de segurança.

Ele tenta minimizar a repercussão negativa de sua decisão de oficializar as práticas tradicionais da polícia local, autorizando-a, agora, expressa ou tacitamente, a aplicar a pena de morte, que entre nós é proibida constitucionalmente, sem respeito ao devido processo legal.

Mal sabe ele que esse estresse nada tem de passageiro, e que a sua imagem de homem público vai ficar permanentemente vinculada a tal maneira truculenta e primitiva de ver as coisas.


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