O SEGUNDO LANCE

A oposição brasileira, aparentemente, jogou todas as cartas de que dispunha na parada da extinção da CPMF.

A Bolsa de Valores caiu, as alíquotas do Imposto de Operações Financeiras vão ser elevadas por Decreto, e todos os ricos sairão perdendo dinheiro.

O segundo lance seria obrigar o governo a negociar; mas negociar o quê ? Em troca do quê ?

Na verdade, os artífices da extinção da CPMF, ao apostarem no “quanto pior melhor”, não pensaram num segundo lance, e aos poucos vai se evidenciando que deram tiros no pé.

Embora inspirada por motivos diferentes, a revogação, agora, da CPMF poderá se revelar, para os investidores, como uma espécie de “confisco da poupança”, pelo qual a opinião pública nunca perdoou o ex-presidente Fernando Collor.

Vamos ver o que acontece, doravante, com o ex-presidente FHC, cuja “sombra” tanto se projetou no atual episódio.


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