FOGO AMIGO

A política de matança de “supostos traficantes” posta em prática pelo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro saiu, aparentemente, do controle.

Ainda agora, no morro da Providência, o Exército brasileiro foi envolvido num episódio desnecessariamente comprometedor de sua imagem.

O presidente da República, embora, por certo, alertado, nada fez, publicamente, para desvincular-se dessas práticas.

Ele precisa, contudo, ter todo o cuidado com o seu amigo, governador do Estado, que está conseguindo o que nenhum adversário político até hoje conseguiu: colocar o LULA numa fria.


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