DIREITA RELIGIOSA

Segundo a reportagem de PATRÍCIA CAMPOS MELLO, enviada especial do Estadão aos EUA, a provável vice na chapa de John McCain tem mais credenciais para puxar para baixo do que para alavancar a candidatura do republicano.

Afirma o NYT que a equipe da campanha de McCain só foi ao Alasca, para levantar a “vida pregressa” de SARAH PALIN, um dia antes do anúncio da sua escolha para integrar a chapa, e que o candidato republicano à presidência teria se encontrado com ela durante, apenas, 15 minutos. Os podres da candidata, porém, não param de surgir.

Sobre a guerra do Iraque, ela declarou, num discurso na igreja da Assembléia de Deus em Wasila, que a invasão daquele país por tropas americanas seria “ uma missão de Deus”. Além disso, ela fez parte de um “Partido da Independência”, que propunha a secessão do Estado. Apoiou, também, o projeto chamado “Ponte para o Nada” – uma espécie de “vergonha nacional” para os americanos – tendo contratado lobistas para liberar US $ 27 milhões para a cidade da qual era a prefeita, por conta do tal projeto. Revelando, por outro lado, um caráter mesquinho e vingativo, além de misturar questões públicas e privadas, a governadora SARAH PALIN parece que usou o cargo para tentar demitir o ex-marido de sua irmã, pela razão apenas de ele ter-se divorciado dela.

As revelações sobre os aspectos negativos da moça, sem falar das questões íntimas pessoais da família dela, estão brotando com uma rapidez enorme, numa época perigosa, em que a Internet , com seus blogs e sites de relacionamento, trás notícias novas e fresquinhas a cada instante.


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