QUANTO PIOR, PIOR

O colunista JONATHAN TREEDLAND, do The Guardian, no texto hoje traduzido para o Estadão sob o título “O impacto da possível derrota de Obama”, depois de constatar que “ a simples menção ao apoio a OBAMA em todo o mundo só serve para prejudicá- lo”, conclui seu excelente artigo escrevendo:

“ Se os americanos rejeitarem OBAMA estão mandando ao resto de nós a mensagem mais clara possível – e não se enganem, nós a entenderemos perfeitamente.”

O problema é o racha também interno que essa eventual derrota pode ocasionar, que trará muitas conseqüências desagradáveis.

Para quem não gosta dos Estados Unidos essas não são notícias más.

É pena, porém, que o pior quase nunca seja o melhor.


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