LANÇANDO UM REPTO

Não há estudiosos que mais tenham escrito sobre os fenômenos monetários do que os Economistas e eles, ainda assim, não conseguiram definir, até hoje, o que é a moeda.

A moeda, para os economistas, é qualquer coisa que tenha – releve-se a tautologia – as funções de moeda: de meio de pagamento, de meio de troca, de reserva de valor e de medida de valor; o que não é, porém, uma definição.

Já os juristas, que escrevem muito pouco – salvo nos períodos de crise inflacionária – sobre o dinheiro, formularam, há alguns séculos, o principio segundo o qual a moeda é um valor nominal.
A moeda, portanto, para os juristas, não tem valor de troca: ela é um valor, nominal.

Partindo dessa concepção, universalmente aceita pelo Direito Monetário, estudos recentes afirmam que a moeda é uma norma jurídica, que atribui sentido ao ato da emissão.

Eis, portanto, uma definição da moeda: a moeda é a norma jurídica que atribui sentido ao ato da emissão – e as peças monetárias ( o que os economistas chamam de meios de pagamento ou de instrumento de troca ) são o instrumento público do ato jurídico dessa emissão.

Desafio que provem o contrário !


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