AUTO-EXCLUSÃO

Os dirigentes e as Forças Armadas do Estado de Israel não têm vergonha de se expor, publicamente, praticando crimes de guerra contra a população palestina da Faixa de Gaza, horrorizando o mundo inteiro.

A conveniência eleitoreira desses dirigentes, e a desumanidade dos militares que os servem, acabou levando o Estado de Israel a excluir-se de fato, por conta própria, da Organização das Nações Unidas, cuja Carta Fundamental, editada por ocasião do fim do nazismo, visava evitar, exatamente, que se repetissem delitos praticados contra inocentes, praticados pelos membros do III Reich.

A maldade dos seus dirigentes foi tão longe que criou condições para que o Estado de Israel possa ser considerado desligado da comunidade internacional.

O impossível, portanto, aconteceu; os dirigentes do Israel se encarregaram de realizar, em cerca de uma semana, o que seus inimigos pregam há muitos anos: puseram fim à legitimidade do seu Estado.


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