LIDERANÇA NO ORIENTE MÉDIO

Pode ser que o Estado de Israel, ao massacrar os palestinos na Faixa de Gaza – e ao buscar pretextos para bombardear, de novo, o Líbano – esteja pensando em ampliar a guerra, visando se afirmar como uma liderança “ocidental” no Oriente Médio.

O fato, porém, é que, exceto no quesito “poder militar” os israelenses não têm nada o oferecer ao Ocidente: eles são primitivos, acreditam na paranóia de suas ações como uma forma de substituir o planejamento econômico e político e não mais representam sequer as tradições judaicas.

A incompetência desses dirigentes está sendo acompanhada de perto, pelos estrategistas mundiais, e será, por certo, considerada pelo novo governo dos EUA no encaminhamento das soluções políticas que se impõem para pacificar a região.


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