OS TRÊS MOSQUETEIROS ( que são quatro )

Todo mundo sabe que além de Athos, Porthos e Aramis havia, também, D’Artangnan ou seja, os três mosqueteiros eram, na realidade ( isto é, na ficção ) quatro. Assim como Jair, Flávio, Eduardo e Carlos eleitos, por engano, para conduzir o Governo, o que não estão sabendo fazer.

Diferentemente do que sugere a etimologia da palavra mosqueteiros – que vem de mosquete, que quer dizer espingarda, fuzil – os personagens do romance de Alexandre Dumas eram espadachins. Os nossos, do Governo, gostam mais de armas de fogo e, sob esse aspecto, são mais autênticos.

Um dos quatro, metido a ser o Ministro das Relações Exteriores, se disse a favor da posse, pelo Brasil, de armas atômicas, o que assustou meio mundo ( embora sempre tenha havido muita gente a favor que se mira, hoje em dia, no exemplo do ditador Kim Jong-un ).

Tenho manifestado a opinião de que a famiglia Bolsonaro – uma família simbiótica indeterminada, como insinuam psicólogos – faz confusão deliberadamente, para instaurar um regime autoritário, de exceção, com a justificativa de estar contendo uma futura revolução que buscam provocar. Mas a gente também pode fazer uma outra leitura: a de que eles estão se revelando tão incompetentes, praticando uma politicagem tão rasteira, que os tiros que eles disparam acabarão atingindo os seus respectivos pés.

Em tempo: o Autor desse mau romance brasileiro atual é o escritor Olavo de Carvalho.


4 comentárioss até agora

  1. […] Superinteressante, Letacio, Folha de Londrina, Jornal Opção, […]

  2. Laura agosto 30, 2022 12:54 pm

    uau muito interesante tô com o livro e queria saber

  3. Elivaldo setembro 18, 2022 12:15 pm

    Lê Tácio
    Vá, sina…
    Nada a acrescentar.

  4. Carlo Giovanni Ciuffo dezembro 2, 2023 5:49 pm

    Chega ao retardamento nental tal comparaçao com os tres mosqueteiros. Deve ser doença

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